Essa foto é montagem?

O professor Marcos Cintra é o criador do Imposto Único. Trata-se de uma solução moderna e eficaz para a questão tributária brasileira.Se você já conhece a proposta, e deseja ajudar a implantar o Imposto Único no Brasil, cadastre-se conosco, e junte-se a outros brasileiros que desejam um sistema tributário mais justo e mais eficiente para o país.
Se é a primeira vez que você se interessa pelo tema, leia as informações logo abaixo.
Mas antes, vale a pena ler e refletir sobre "A Fábula dos Porcos Assados". Você vai entender como é estranha a cabeça das pessoas que não querem mudar, nem que seja para melhor! Leia também "A Fábula da Corrida dos Sapos" e "Como nasce um paradigma".
Conheça também o Imposto Único Federal. Trata-se de um primeiro passo para a implantação do imposto único no Brasil. A PEC prevê a implantação do imposto único primeiramente em todos os tributos da União. Em uma segunda etapa, o modelo seria também implantado nos Estados e nos Municípios. O projeto (PEC 474/01) foi apresentado à Câmara dos Deputados pelo Deputado Marcos Cintra, e foi aprovado por unanimidade em todas as comissões temáticas. Acha-se pronto para ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados.
Saiba o que é o Imposto Único
A proposta do Imposto Único prevê a substituição de todos os tributos por apenas um. Haveria uma alíquota de 1% incidente sobre cada parte de uma transação bancária (débito e crédito). Na proposta original, esta alíquota seria suficiente para arrecadar cerca de 23% do PIB, valor que equivale à carga tributária média histórica no Brasil anteriormente à explosão fiscalista iniciada na década de 90. Em cada pagamento, que desembolsa paga 1%, e quem recebe, paga outro 1%. Hoje, com carga tributária de 35% do PIB a alíquota necessária seria de 2,81% em cada parte de uma transação econômica. Esta alíquota substituiria tributos arrecadatórios que representam 27% do PIB. Vale lembrar, no entanto, que com o Imposto Único os custos de administração do governo seriam significativamente reduzidos, e portanto tornar-se-ia possível uma redução na carga tributária, sem redução nos serviços prestados.
Com o Imposto Único, seriam eliminadas as exigências de emissão de notas fiscais, preenchimento de guias de arrecadação, declarações de renda ou de bens, e de qualquer outra formalidade fiscal. A adoção do Imposto Único terá, como resultado imediato, a redução da corrupção e a eliminação da sonegação.
Seriam extintas todas as taxas, contribuições e os seguintes impostos:
-Federais: Imposto de Renda de Pessoa Física e Jurídica - IRPF e IRPJ, IPI, IOF, Cofins, e Contribuição patronal ao INSS. -Estaduais: ICMS, IPVA e ITCD -Municipais: ISS, IPTU e ITBI
O Imposto Único em 10 questões
1-O que é o Imposto Único?
A proposta original do professor Marcos Cintra é a substituição de todos os impostos existentes por apenas um. O Imposto Único seria de apenas 1% para quem paga e 1% para quem recebe em todas as transações financeiras, tais como cheques, ordens de pagamento, doc´s, etc. Veja um exemplo: Se você emite um cheque de R$ 100,00 para uma pessoa haveria um desconto em sua conta-corrente de R$ 101,00. A pessoa para quem você passou o cheque receberia um crédito em sua conta-corrente de R$ 99,00. Portanto, nessa transação o governo arrecadaria R$ 2,00. 2-Quais são os benefícios para o trabalhador?
O trabalhador deixaria de ter descontos do Imposto de Renda quando recebesse seu salário. Ou seja, com o Imposto Único o assalariado teria seu poder de compra elevado. O mercado consumidor seria ampliado, criando condições para o crescimento econômico auto-sustentado. 3-Quais são os benefícios para as empresas?
As empresas seriam beneficiadas com a redução de seus custos administrativos e burocráticos. Estima-se que as necessidades relacionadas a administração dos tributos representam de 20% a 30% dos custos administrativos das empresas. Esses recursos poderiam ser aplicados pelas empresas em novos investimentos, gerando produção, emprego e renda.. 4-Qual a influência do Imposto Único no preço final dos produtos?
Com a eliminação dos atuais impostos embutidos nos preços das mercadorias seus preços seriam significativamente reduzidos. Os alimentos, os remédios, as roupas e os calçados, para citar apenas alguns exemplos, teriam seus preços diminuídos em mais de 30%. Com isso, os assalariados, que já se beneficiariam de ganhos em seus rendimentos, por conta do fim dos descontos em seus holleriths, teriam mais poder de consumo. As empresas venderiam mais e a economia ganharia um forte impacto para crescer. A burocracia, a corrupção fiscal e a sonegação, seriam eliminados, e o famigerado "custo-Brasil" seria significativamente reduzido, aumentando a competitividade dos produtos brasileiros no exterior. 5-O que aconteceria com a escrituração fiscal das empresas?
As empresas não estariam mais sujeitas às complexas escritas fiscais. A contabilidade continuaria sendo exigida apenas para demonstração do patrimônio e de lucros e perdas, no caso das sociedades. As notas fiscais seriam abolidas, pois a comprovação de qualquer transação se daria através do pagamento efetuado, extinguindo-se qualquer tipo de fiscalização nas empresas. Assim, eliminar-se-ia a sonegação e a corrupção praticada por fiscais desonestos. 6-E o governo não perderá capacidade de investimento?
Estudos realizados pelo professor Marcos Cintra mostram que com uma alíquota de 2,81% em cada lançamento bancário a arrecadação do governo permanecerá em 35% do PIB, que é a carga tributária atual. O ideal seria voltar à carga tributária histórica brasileira, de cerca de 22% a 25% do PIB. Neste caso, a alíquota do Imposto Único seria de 1% em cada débito e crédito bancário. Essa carga tributária seria melhor repartida entre todos, inclusive a economia informal, que hoje não paga imposto. A distribuição da arrecadação para Estados e municípios seria feita de maneira automática e instantânea pelos bancos, evitando a centralização do dinheiro público em Brasília. 7-Qual o impacto do Imposto Único na inflação?
Apesar de ser baixa, a inflação ainda produz estragos. As reposições salariais, por exemplo, são raras por conta do alto desemprego. O Imposto Único, além de elevar salários, reduz os preços das mercadorias, o que, por sua vez, provoca queda na inflação e conseqüente valorização dos salários. 8-Como evitar a sonegação com a utilização de papel-moeda ao invés de cheque ou cartão eletrônico?
As transações de baixo valor continuarão sendo realizadas com moeda manual, como ocorre atualmente. Ou seja, as notas e moedas continuarão circulando normalmente. Já aquelas que envolvem valores elevados continuariam ocorrendo pelo sistema bancário, uma vez que o custo da transação em moeda é muito mais alto do que o custo tributário do uso da moeda escritural, por meio dos bancos. Ademais, além do alto custo do transporte de valores, haveria um risco considerável de perda ou de assalto, sem falar nos custos logísticos elevados de cobranças e pagamentos em dinheiro, que teriam de ser feitos nos endereços dos devedores ou dos credores. Além disso, o projeto do Imposto Único prevê que saques em espécie no caixa sejam taxados em dobro. Prevê ainda que todas as transações acima de determinados valores, para terem validade jurídica, terão de ser feitas obrigatoriamente com a intermediação do sistema bancário, e cheques terão de ser emitidos nominalmente, tornando-se não-endossáveis. 9- A chamada "cumulatividade" do Imposto Único não prejudica o mercado interno, as exportações, as bolsas, e o mercado financeiros?
O projeto prevê salvaguardas para evitar tais distorções. As exportações deverão ser desoneradas mediante remissão fiscal dos valores arrecadados ao longo da cadeia de produção (as modernas técnicas das matrizes-insumo/produto, calculadas pelo FIBGE, permitem o cálculo dos créditos fiscais com facilidade). As transações nos mercados financeiro e de capitais, inclusive bolsas, serão imunes ao imposto sobre movimentação financeira enquanto permanecerem dentro do circuito financeiro. Tais recursos serão alcançados pela tributação quando de sua transferência para o circuito mercantil, para uso pessoal ou empresarial de seus proprietários. Ademais, o alegado impacto da cumulatividade sobre os preços das mercadorias no mercado interno certamente será menor do que o efeito altamente distorcivo da sonegação e da evasão tributária na formação dos preços das mercadorias e serviços, como ocorre atualmente, pois a complexidade, a iniquidade e as altas alíquotas do sistema tributário existente estimulam tais práticas lesivas à concorrência, além de introduzirem fortes distorções alocativas nos preços das mercadorias. 10-Se o Imposto Único é tão bom, por que não foi implantado ainda?
O Imposto Único contraria interesses de grupos poderosos que lucram com o caos tributário atual. Sonegadores e a burocracia pública e privada ligada à arrecadação e fiscalização de impostos formaram poderosos "lobbies" para combater o Imposto Único. É preciso que você, contribuinte, exerça pressão sobre os políticos para que aprovem o Imposto Único. Somente a união organizada dos contribuintes será eficaz para termos um sistema mais justo e eficiente. Se você gostou do projeto cadastre-se aqui, e ajude a implantar esta idéia no Brasil.
___________________________________________________________
Veja algumas referências importantes sobre o Imposto Único:
O mais recente livro do Prof. Marcos Cintra (A Verdade sobre o Imposto Único) (download)
Pesquisa Cepac sobre o Imposto Único
Editoriais da Folha de S.Paulo
O Imposto Único nos EUA
A opinião pública brasileira sobre o Imposto Único (CNT/Sensus e DataFolha)
Alguns aspectos técnicos do Imposto Único (download)
Discurso de Marcos Cintra na ONU sobre o Imposto Único
Entrevistas de Marcos Cintra (1) (2) (3) (4)
Bibliografia sobre o Imposto Único
Jornal Economistul da Romênia publica matéria sobre o Imposto Único (acesse texto em português)
Conheça alguns importantes estudos sobre a reforma tributária que embasam a proposta do Imposto Único:
Sistema tributário: qual é a saída?
Perfil tributário de 34 países
Cunha Fiscal e informalidade (1) (2)
Complexidade tributária
Tributos sobre produtos selecionados
Tributos sobre empresas
Corrupção
CPMF:mitos e verdades
O SIMPLES
Governo eletrônico e tributos
Flat tax revolution
Globalização
Leia a opinião de algumas personalidades:

Osíris Lopes Filho
Juiz Federal Ricardo Mandarino
Senador Paulo Otávio (1) (2)
Vice-Presidente José Alencar
Tributarista Paulo Rangel
Jorge Maranhão (CBN)
Alexandre Garcia (TV Globo)
Deputado Federal Flávio Rocha
Reitor Newton Paiva
Roberto Campos (1) (2) (3)
Maria da Conceição Tavares
Deputado Carlos Eduardo Cadoca
Deputado Luis Roberto Ponte
Everardo Maciel (1) (2)
Luigi Nese
Armim Lore
|